Ergonomista

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domingo, Dezembro 21, 2008

Rótulos em produtos de limpeza

As empresas que prestam serviços na área da limpeza compram grandes quantidades de detergentes e vertem o conteúdo para recipientes mais pequenos. Ao fazê-lo, os trabalhadores não transcrevem as informações sobre as substâncias químicas daquele produto, a sua inflamabilidade entre outras características.
O problema está na falta de cuidado das senhoras ou senhores da limpeza que não transcrevem todas as informações para um novo rótulo ou na necessidade de alguém pensar em como gerir melhor estas situações? Penso que a segunda hipótese terá resultados mais eficazes.
A minha ideia é esta: as empresas que vendem grandes quantidades de produtos de limpeza poderiam passar a fornecer uma saqueta com etiquetas onde se repetisse a informação sobre o produto. De cada vez que se transferisse o detergente, o operador só teria de colar um autocolante no novo frasco.

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3 Comentários:

  • Às 7:48 da tarde , Blogger sah disse...

    óptima ideia! simples e eficaz. só temos é q pensar no custo dos autocolantes todos.. mas qdo se fala de segurança o ideal seria custo á parte não é verdade..

     
  • Às 12:30 da manhã , Blogger simply_rain disse...

    Olá,
    Penso que não seria tão caro ao ponto de não compensar comprar em grandes quantidades.
    Será que há alguém interessado em ver a viabilidade desta proposta?
    Beijinhos

     
  • Às 9:32 da tarde , Anonymous Pedro Henrique Aparício disse...

    Dizia Hall Hendricks "Good Ergonomics is Good Economics".

    O Estudo da viabilidade desta solução pode ser feita de maneira até bastante empírica.

    Qual o custo da produção física em sério de rótulos, com dimensões, cores e modelos normalizados?

    Qual o custo de envenenamentos por descuido ou desconhecimento?
    Qual o custo associado às despesas de internamento, tratamento em emergência e a estomatologia ou toxicologia?

    Qualquer despiste toxicológico, feito em ambiente hospitalar, julgo eu, supera o custo médio de cada rótulo.

    Há sempre a ponderar em termos da engenharia industrial o custo associado a possíveis alterações ao longo do processo (ex. alteração da composição química - o que fazer com o excesso dos rótulos).

    As boas ideias nascem das simplicidade e talvez uma ficha legível, uma etiqueta resistente a elementos aquosos e legível. Preenchida pelo próprio trabalhador ou equipa de segurança poderá evitar esse problema.

    Solução - Etiqueta com campos em branco e caneta de acetato...

    Quem sabe?

     

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